domingo, 21 de setembro de 2008


Pais, ajudem a manter seus filhos a salvo na Internet
Não existe uma forma totalmente garantida de manter seus filhos a salvo na Internet – ou em qualquer outro lugar! Como no mundo real, há precauções que as famílias devem tomar no mundo online para reduzir a probabilidade de as crianças se depararem com materiais perigosos ou inadequados.As diretrizes a seguir irão ajudá-lo a lidar com as preocupações mais comuns e também fornecerão formas de proteger seus pequenos navegadores da Web.1. Ajude seu filho a escolher um nome de tela ou endereço de e-mail que não revele nenhuma informação pessoal sobre ele - idade, sexo, hobbies, a escola em que estuda, endereço, locais freqüentados, etc. E, obviamente, evite nomes sugestivos, como "gatafeliz", que poderia atrair predadores.2. Mantenha os computadores conectados à Internet fora dos quartos das crianças; coloque-os em um local central, como na sala de estar.3. Converse freqüentemente com seus filhos sobre suas ações online e sobre as pessoas com quem eles mantêm contato. Melhor ainda, navegue junto com seus filhos na Internet. O interesse pelas ações de seus filhos, sejam eles crianças ou adolescentes, enquanto estão na Internet não significa necessariamente que você não confia neles: da mesma forma que você se interessa pelos amigos do "mundo real" de seus filhos, você pode se interessar por seus "amigos da rede".4. Tire proveito da tecnologia. Assim como toda família é diferente, nem todo software ou tecnologia se adequa a todos. A seguir estão algumas sugestões de como você pode usar a tecnologia para proteger seus filhos enquanto eles navegam na Internet:1. Instale um software antivírus em seu computador e mantenha-o atualizado. Podemos ajudá-lo a tomar essa medida para proteger seu computador.5. Examine as diretrizes da próxima seção na companhia de seus filhos.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A escola na era da tecnologia
Guiomar Namo de Mello
As sociedades contemporâneas estão tornando a informação acessível a um número cada vez maior de pessoas. A expressão mais avançada desse processo é a internet. Essa tecnologia está provocando uma mudança de paradigma na produção e na divulgação do conhecimento: ele não será mais monopólio das instituições tradicionalmente depositárias.
Nesse contexto, vale a pena pensar no novo papel do professor e da escola, que não são mais as únicas fontes de informação dos jovens. O educador assume agora a função de conectar os conteúdos curriculares com conhecimentos que vêm de fora da escola e de ajudar os alunos a relacionar o aprendizado com o mundo.
Não conseguindo transmitir informações com a mesma velocidade e atratividade da TV ou da internet, a escola deve dedicar-se à função mais nobre de construir um quadro de referência dos saberes científicos, culturais e éticos, dando sentido ao conhecimento e levando-o para a prática. Mestres como John Dewey (1859-1952), Jean Piaget (1896-1980), Lev Vygotsky (1896-1934) e Célestin Freinet (1896-1966) propuseram isso. Antes deles, Sócrates (469-399 a. C.) já relacionava o saber com a virtude. Talvez a tecnologia da informação possa contribuir para tornar reais utopias pedagógicas tão antigas.
Mas há ainda desafios a serem enfrentados. Um deles é adotar estilos de gestão que fortaleçam a iniciativa da escola e priorizem o pedagógico, não o burocrático. Outro é rever a maneira de organizar o currículo e a prática da sala de aula: para dar sentido à informação é preciso um trabalho interdisciplinar em que haja o protagonismo dos alunos. Currículos rigidamente disciplinares serão cada vez mais dissonantes do cotidiano dos estudantes. Unidades de ensino estanques terão de ser substituídas por projetos, para que os alunos coloquem em prática o que aprenderam.
Acessar e adquirir conhecimento podem ser atos solitários. Porém, a construção de significados implica necessariamente negociá-los com outros. No diálogo com os alunos, devem imperar expressões como "você concorda?" ou "o que você acha?", com as quais buscamos captar o que os outros pensam, sentem ou experimentam.
Por mais interativos que sejam os meios, eles dificilmente substituirão a situação da aprendizagem escolar face a face, decisiva na construção coletiva de significados, valores e disposições de conduta. Por isso, é preciso ter sempre a intervenção do educador. Cabe ao professor, portanto, construir conhecimentos deliberados. Só eles dão acesso à universalidade dos significados socialmente reconhecidos como verdadeiros e aos saberes científicos, estéticos e sociais, que constituem a base da identidade solidária, não excludente e produtiva.
E afinal, não são esses os objetivos que a educação escolar persegue desde Sócrates? A tecnologia da informação pode ser um recurso para atingir essa finalidade tão antiga quanto o mestre de Platão ou mais um instrumento de burocratização e enrijecimento da prática escolar. Depende de nós e de nosso compromisso com a aprendizagem de nossos alunos.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008


Tecnologia é "uma ferramenta para estender nossas habilidades". A televisão, por exemplo, estende nossa visão porque podemos ver coisas que estão acontecendo longe, como uma partida de futebol ou uma corrida de carros. São exemplos de tecnologia: computador, carro, televisão, avião, máquina de radiografia, telescópio, etc.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Definição
Webquest é uma atividade de aprendizagem que aproveita a imensa riqueza de informações que, dia a dia, cresce na Web.
O conceito de webquest foi criado em 1995, por Bernie Dodge, professor da universidade estadual da Califórnia, EUA, como proposta metodológica para usar a Internet de forma criativa.
Dodge a define assim:
"Webquest é uma atividade investigativa, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém da Internet."
Descrição geral
Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos.
A webquest sempre parte de um tema (o Egito Antigo, por exemplo) e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor.
Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web.
É comum que a Tarefa exija dos alunos a representação de papéis (faraó, arquiteto, escravo), para promover o contraste de pontos de vista ou a união de esforços em torno de um objetivo.
Tipos
Bernie Dodge divide a webquest em dois tipos, ligados à duração do projeto e à dimensão de aprendizagem envolvida:
Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos.
Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos.
Seções da WQ
Como regra geral, uma webquest é constituída de sete seções:
Introdução
Tarefa
Processo
Fontes de informação
Avaliação
Conclusão
Créditos
http://webquest.sp.senac.br/textos/oque